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O que Jesus ensinou, Karl Marx aprendeu e a Igreja esqueceu!? PDF Imprimir E-mail

A Multiplicação dos Pães...

 Neste artigo, Josué Tavares faz uma relação entre o milagre que Jesus fez multiplicando pães e peixes e a visão deste milagre por Karl Marx. Vale a pena conferir.

         A Bíblia Sagrada mostra nos evangelhos uma espetacular atuação de Jesus Cristo, num de seus milagres mais famosos, tanto para os crédulos como para os incrédulos.

        Os crédulos confiam na íntegra na história religiosa que narra Jesus Cristo, o Filho de Deus alimentando uma multidão de quase dez mil pessoas; entre homens, mulheres e crianças. A partir de cinco pães e dois peixinhos doados por um anônimo. O restante de história é do conhecimento geral: Jesus agradece aos céus e multiplica os pães e os peixes. A multidão sai saciada, maravilhada com o milagre operado por Cristo, sobram vários cestos de pães, etc.

    Já para Karl Max a multiplicação dos pães não passou de um processo de socialização gerado a partir da doação do Mancebo, trazendo uma comoção geral de multidão, fazendo com que todos doassem para Cristo todos os seus mantimentos e o próprio Cristo distribuiria de forma equânime para todos os presentes. Marx acreditava que Jesus Cristo andava pelas montanhas e a multidão sabia que aquela peregrinação duraria vários dias, o que faziam grandes reserva de mantimentos, entretanto era preciso socializar, já que muitos dos seus seguidores eram mendigos, prostitutas, órfãos, etc; e não tinham comida. E isto sensibilizou a pessoa do Messias.

    O mais incrível disso tudo é redescobrirmos a multiplicação dos pães como algo didático, não simplesmente divino, extraordinário, milagroso. Ao contrário, humano, plausível, palpável, imaginário. Entretanto, uma verdade não elimina a outra, ao contrário, dignifica, glorifica, estabelece a grandeza de Deus e o maior dos milagres: retirar o coração de pedra e colocar um de carne. Que está disposto a chorar com os que choram, disposto a ser humano.

    Na verdade um dos maiores ensinos de Jesus Cristo, o filho de Deus, não foi o de demonstrar seu poder milagroso ao alimentar uma grande multidão, até porque, na tentação do deserto ele revela que nem só se pão viverá o homem... O maior ensino foi o da doação, mesmo que as circunstâncias digam não, impossível... “Fazer a minha parte” é tudo o que esta sociedade egoísta precisa. O que terei nas mãos e se estou disposto a doar, ensinar, ajudar, negociar, abrir mão!

    Talvez Karl Marx aprendeu o ensino da doação e recusou reconhecer a dinvidade de Cristo; por outro lado a igreja preferiu ,por comodismo ou não, acreditar na dinvidade de Cristo e abrir mão do ensino da doação. A igreja se tornou escrava do capitalismo liberal. Mergulhou na inércia da falta de iniciativa. Preferimos orar e pedir para que Deus amarre, repreenda, afaste, salve, socorra, esclareça; livre-nos desse mundo perigoso, violento, injusto, hostil. Pouco ou nada nos esforçamos para mudá-lo. Enclausuramos-nos em nossas poltronas reclináveis, ligamos nossas telas, e assistimos algum milagre, de algum mancebo que decidiu doar cinco pães e dois peixinhos, numa cidade bem distante da nossa.

    Estamos tão distante da África, do Oriente Médio, da hostilidade às famílias na China, da indiferença Norte-Americana, da histeria Latino-Americana e inutilidade frente aos problemas sociais, corrupção, pobreza, diferenças sociais, concentração de renda, hipocrisia religiosa, e da banalização sexual. É tudo muito distante. Somos aqueles no final da fila, a espera de um milagre.


Última atualização em Sex, 03 de Novembro de 2006 12:24
 
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